10 de jun de 2013

Primeiro fato de surf adaptado é português 2013

O fato, que tem num dos braços o slogan da SURFaddcit – a única ação de surf adaptado da Europa, «Nós não queremos saber se é difícil, apenas se é possível» - é uma criação exclusivamente portuguesa. Primeiro fato de surf adaptado é português O primeiro fato concebido para deficientes que praticam surf adaptado foi desenvolvido em Portugal e criado à medida e necessidades especificas do seu utilizador. Nuno Vitorino, presidente da Associação Portuguesa de Surf Adaptado (SURFaddict), é o dono do prótipo, produzido pela marca Janga Revolt, há alguns meses. «Este fato foi idealizado pela SURFaddict e a Janga fê-lo. É o primeiro fato adaptado do mundo, tem velcros em baixo para permitir vesti-lo como um calção», explica Nuno Vitorino, acrescentando: “tem também um velcro que permite segurar as pernas, para QUE quando vamos a ‘dropar’ a onda as pernas não abram e não criem um foco de desequilíbrio”.
O antigo nadador paralímpico, que ficou tetraplégico há 18 anos, garante que o fato “é muito mais elástico que os outros” e foi concebido com um propósito bem definido: «permitir que as pessoas com deficiência possam ser o mais autónomas possível e vestir o fato, o que na prática do surf é das coisas mais difíceis de fazer». O fato, que tem num dos braços o slogan da SURFaddcit – a única ação de surf adaptado da Europa, «Nós não queremos saber se é difícil, apenas se é possível» - é uma criação exclusivamente portuguesa. «É um fato totalmente português. Foi totalmente concebido em Portugal, só não foi produzido cá porque não existem fábricas que trabalhem neoprene, mas os detalhes técnicos e o desenho foram todos feitos em Portugal», explica. Depois do protótipo já foram feitos mais três, todos à medida de cada um dos seus utilizadores. «Cada fato é feito à medida de cada pessoa, pelo peso, pelo perfil motor de cada um. Cada estudo técnico tem que ser adaptado ao perfil motor de cada pessoa», refere o presidente da SURFaddict, que no domingo realizou o primeiro evento de surf adaptado nos Açores. Além dos fatos adaptados, a SURFaddict desenvolveu também, em colaboração com a empresa XCult Surfboard, uma prancha adaptada e maior que as convencionais. Criada há cerca de um ano, a SURFaddict tem como objetivo proporcionar a prática da modalidade a pessoas portadoras de deficiência motora, visual ou cognitiva.

10 de mai de 2013

Final da Liga Europa 2012-2013

          Benfica  
Benfica VS Chelsea

 
O jogo irá decorrer no estádio Arena de Amesterdão,Quarta feira 15.05.2013 às 19h45,

15 de fev de 2013

Vin Diesel e Dwayne Johnson voltam a acelerar em «Velocidade Furiosa 6»

Após o esmagador sucesso mundial de «Velocidade Furiosa 5», a equipa liderada por Vin Diesel volta a carregar no acelerador no sexto filme da saga, agora com Gina Carano a estrear-se na série. O primeiro trailer legendado já está no SAPO Cinema.
 
Após os eventos de «Velocidade Furiosa 5», o larápio motorizado Dominic Toretto e a sua equipa ficam ricos mas estão longe de estar satisfeitos, uma vez que o seu currículo criminal os impede de regressarem aos EUA. Após a perseguição implacável que moveu à equipa no quinto filme, o agente Luke Hobbs resolve agora fazer-lhes uma proposta original: ele garante-lhes o perdão completo pelos seus crimes se eles o ajudarem a desmantelar uma organização de mercenários liderada por um mestre criminoso e pelo seu braço direito, Letty Ortiz, a antiga amante de Dominic, que todos julgavam estar morta.
«Velocidade Furiosa 6» surge na sequência do imenso sucesso internacional do quinto filme da série, em 2011, que conseguiu reviver uma saga cuja popularidade já estava declinar. Vin Diesel, Paul Walker, Jordana Brewster e Tyrese Gibson estão de volta, bem como Dwayne Johnson, que agora passa de opositor a aliado do grupo. A lutadora de artes marciais mistas Gina Carano, que protagonizou «Uma Traição Fatal», estreia-se na série como membro da equipa de Johnson, e Michelle Rodriguez, que foi dada como morta na quarta fita, também regressa à saga motorizada.
Justin Lin volta a ser o realizador e o filme tem estreia nos EUA agendada para 24 de maio, chegando às salas portuguesas um dia antes, a 23 de maio.

30 de jan de 2013


O surfista Garrett McNamara aguarda a decisão de peritos norte-americanos para saber se bateu ou não o próprio recorde, mas uma medição feita por especialistas em Portugal conclui que a onda surfada esta semana na Nazaré chegou aos 34 metros de altura. A confirmar-se, o surfista norte-americano entra mais uma vez para o livro do Guiness.

Especialistas da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), em Lisboa, mediram as duas ondas surfadas por Garrett McNamara na Nazaré em 2011 e agora em 2013, recorrendo ao mesmo programa informático e usando como referência a prancha do surfista.
Concluíram que a onda de 28 de Janeiro de 2013 tinha 34 metros, enquanto a de 2011 tinha 31 metros.
Peritos norte-americanos estão também a analisar a onda, vão medir a altura a partir da imagem captada no momento, utilizando o surfista como referência. Só depois é que o livro dos recordes do Guiness poderá incluir de novo o nome de McNamara como o surfista que desafiou a maior onda do mundo.

  
O surfista americano conseguiu mais um feito extraordinário na manhã desta segunda-feira na Praia do Norte, em Portugal. McNamara surfou uma onda de dimensões gigantescas. O americano é um dos surfistas de ondas grandes mais experientes do planeta e já colocou seu nome no livro dos recordes ao surfar uma ondulação de 27,5 metros, a maior de 2011, também na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal.

Ainda não há uma medição oficial do tamanho da onda que McNamara surfou. Mas o feito do americano de 45 anos rodou o mundo pela internet, assombrando os fãs de surfe. O surfista postou um agradecimento aos fãs que o louvaram pela rede.



 

- Obrigado a todos pelo apoio, significa muito para mim. Hoje foi um dia sensacional e muito divertido estar lá - disse McNamara.

A localidade portuguesa conhecida como o Canhão da Nazaré é um desfiladeiro submarino de origem tectônica situado ao largo da costa de Nazaré, Portugal. A falha na placa continental com cerca de 170 quilômetros de comprimento e cinco quilômetros de profundidade canaliza a ondulação do Oceano Atlântico para a Praia do Norte, criando grandes ondas e proporcionando condições únicas para a prática mais radical do surfe.